PILATES, MAT PILATES, TRX TRAINING, TREINAMENTO FUNCIONAL - Rua 15 de Janeiro, 481 / Sala 318 - Centro - Fones: (51) 3429.3552 / 9190.4410 / manoelfagundes@gmail.com Conjunto Comercial Canoas
segunda-feira, 22 de abril de 2013
LESÃO NOS MENISCOS
Ninguém está livre de emperrar o joelho por conta de danos nesses "amortecedores".
Em cada joelho existem dois meniscos, o medial (do lado interno do joelho) e o lateral (do lado externo). São pequenas cartilagens que funcionam como amortecedores entre os ossos da perna e da coxa. Uma lesão neste local prejudica essa proteção e expõe a cartilagem ao desgaste, facilitando o processo de artrose entre na articulação.
As lesões são relacionadas a traumas como entorses ou movimentos bruscos e não habituais do joelho. Por isso são tão frequentes nos jogadores de futebol.
Os corredores de rua também sofrem muito com esta lesão. Os meniscos são muito resistentes e elásticos, tendo uma grande capacidade de se comprimir, deformar e retornar à sua forma original. Mas podem sofrer lesões por entorses, movimentos forçados de rotação e twist (entrelaçamento), quedas, batidas, excesso de peso, exagero nos treinamentos, degeneração ( o que ocorre naturalmente em pessoas com mais de 30 anos), ou má formação anatômica. O sedentarismo também conta, mas o desprezo às dores, inchaços e falhas do movimento causam prejuízos semelhantes.
CAUSAS
# Excesso de peso;
# Entorses e traumas por torção, quedas ou batidas;
# Instabilidade motora, artrose ou rompimento involuntário.
SINTOMAS
# Dores, inchaço e derrame articular (água no joelho)
# Dor à palpação no joelho na interlinha articular;
# Estalos no joelho, endurecimento e limitação para dobrar / estender a perna;
# Bloqueio da articulação nos casos mais graves ( lesões chamadas "alça de balde").
TRATAMENTO
# Aplicação de anti-inflamatórios e analgésicos, quando receitados;
# Repouso (descarga do membro com o uso de muletas, elevação, aplicação de gelo e compressão;
# Cirurgias por artroscopia para remover ou suturar as lesões;
# Reabilitação com exercícios graduais de fortalecimento (musculação, Pilates, Treinamento Funcional ou hidroginástica, com orientação de um Personal Trainer capacitado).
PREVENÇÃO
# Procurar um especialista ainda no início;
# Conservar a musculatura forte e alongada;
# Usar tênis correto para sua pisada e prática esportiva (corrida, caminhada, musculação, etc...)
RETORNO À PRÁTICA ESPORTIVA
# Com a liberação médica;
# Quando não apresentar mais dores à palpação nem edemas;
# Após restaurar a mobilidade e a força com exercícios regenerativos, mantendo a prática da musculação, Pilates ou Treinamento Funcional com profissional Educador Físico Capacitado!
# Com total amplitude de movimentos.
Ficam as dicas!
Manoel Fagundes
CREF 11109-G/RS
PORTAS ABERTAS
Já estamos funcionando à pleno vapor!!!
Agenda bombando e horários cada vez mais limitados.
Não perca mais tempo, ligue ou mando um e-mail e agende sua aula experimental sem custo nenhum!
Horário de funcionamento:
2ª à 6ª = 08hs às 13hs / 14hs às 21hs
Sábados = 08hs às 12hs
Fica a dica.
Manoel Fagundes
CREF 11109-G/RS
segunda-feira, 11 de março de 2013
Breve...
Então pessoal!
Como todos devem saber, estamos abrindo o mais novo estúdio de Pilates da cidade de Canoas.
Trabalharemos com as modalidades de Pilates em aparelhos e solo, TRX (treinamento em suspensão) e Treinamento Funcional, com aulas em grupos pequenos ou individuais.
Nosso ambiente oferece facilidade de acesso, estacionamento e segurança.
Logo logo faremos a inauguração, pois faltam alguns detalhes ainda para começarmos à todo vapor!!!
Fiquem atentos!!!
Manoel Fagundes
CREF 011109-G/RS
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
BURSITE TROCANTÉRICA
Segundo tipo de dor mais frequente na região do quadril ( só perde para a osteoartrite), que atinge um em cada dez corredores, especialmente mulheres.
Se trata de uma inflamação numa saliência que fica sobre os músculos laterais do quadril, causada, sobre tudo, por microtraumas repetitivos de contato. Essa fricção gerada por excesso de treino, entre outros fatores, chega a degenerar os tendões de músculos e tecidos fibrosos que se inserem numa mesma área do fêmur, o grande trocanter. Este conjunto de articulações do quadril sustenta cada passo durante a caminhada, e durante uma corrida, o impacto se torna seis vezes maior, o que torna a região da face lateral da coxa muito mais suscetível a lesões.
Somando os exageros, as exigências atléticas causam degeneração entre o quadril e um firme tendão que passa sobre o fêmur, inflamando uma ou mais bursas (bolsas com fluídos para amortecer o contato entre ossos, tendões e músculos), que cercam o trocanter maior do fêmur. Essas bursa se inflam e passam a secretar excesso de líquido, causando dor e inchaço local, podendo ainda se criar cristais de cálcio na região, devido à alteração do pH local, evoluindo para a bursite trocantérica calcificada do quadril.
Devido as mulheres possuírem o quadril mais largo por natureza, a incidência desta lesão se torna mais frequente para elas, pois a angulação da coxa entre a bacia e o joelho torna-se maior no chamado ângulo Q, formado pelo tendão do quadríceps da coxa e o ligamento patelar. As mulheres depois dos 30 anos estão mais dispostas a sofrer esse desvio, e consequentemente, a desenvolver a bursite trocantérica, numa proporção de 4 por 1, comparada aos homens.
Causas:
* Traumas na região do quadril, desiquilíbrios musculares, obesidade e desalinhamento das pernas;
* Fricção por esforço repetitivo;
* Aumento rápido da carga de treinamento de corrida;
* Uso de tênis inadequado;
* Falta de alongamento e erros posturais permanentes.
Sintomas:
* Dores iniciais lentas, podendo passar a crônicas;
* Dor no quadril ao levantar peso e subir escadas;
* Estalidos ou criptação ao movimentar-se;
* Dor ao movimentar a perna em rotação;
* Possíveis fisgadas no glúteo;
* Dificuldade para andar sem mancar;
* Incômodo ao deitar-se de lado.
Tratamento:
* Aplicar gelo no local, evitar escadas, não dormir de lado pressionando o local afetado;
* Procurar um especialista aos primeiros sinais da dor;
* Interromper de imediato as atividades físicas;
* Fortalecer a região com exercícios de musculação, Pilates, hidroginástica, etc... após liberação médica;
* Tomar anti-inflamatório, sob orientação médica.
Prevenção:
* Fazer alongamento para extensão dos ligamentos que friccionam as bursas;
* Fortalecimento da musculatura do quadril e da coxa;
* Usar tênis adequados à sua pisada;
* Respeitar os períodos de descanso.
Retorno para as atividades físicas:
* De seis a oito semanas, em média;
* Quando conseguir apalpar a região sem sentir dores;
* Restauradas a flexibilidade, a força e a mobilidade;
* Quando não sentir mais dor ao correr em linha reta ou executar manobras bruscas.
Ficam as dicas
Manoel Fagundes
CREF nº 011109-G/RS
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
A suplementação, se feita de forma indiscriminada, pode fazer com que a quantidade diária de nutrientes seja superior à necessária, podendo prejudicar órgãos como fígado e rim.
Muitas pessoas, utilizam suplementos para substituir refeições, conduta esta que deve ser abolida. A suplementação é indicada quando a ingestão de alimentos não conseguir alcançar as necessidades, ou mesmo se estas forem muito aumentadas, o que vai depender da freqüência dos treinos e da atividade em questão. Em algumas situações, o suplemento pode ser associado a um refeição para garantir o aumento de um nutriente específicos, para tornar a dieta mais viável dentro da rotina diária de cada atleta e/ou para melhor a absorção de determinado nutriente.
Suplementação apenas com orientação
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Proteína do Soro do Leite e sua Utilização por Praticantes de Atividade Física
Proteína do Soro do Leite e sua Utilização por Praticantes de Atividade Física
Whey Protein and its Use for Physical Activity Practitioners
Resumo
Introdução: O uso de suplementos alimentares está em ascendência, acometendo principalmente praticantes de atividade física. Estima-se que, dentre esses, a proteína do soro do leite tem se destacado no mercado de suplementos alimentares. Objetivo: Revisão bibliográfica da proteína do soro do leite e a sua utilização por praticantes de atividade física. Método: Revisão bibliográfica baseada em livros, sites, artigos originais e de revisão, pesquisados por meio de descritores Mesh/ DeCS nas bases de dados Scielo, Bireme, Lilacs, Pubmed, nos idiomas português e inglês. Resultados: Os estudos indicaram que a proteína do soro do leite fornece todos os aminoácidos essenciais para o organismo, atuando na construção muscular, síntese hormonal, melhora do sistema imunológico, entre outras funções para o bom desempenho físico. Conclusão: A proteína do soro do leite é um suplemento alimentar seguro, que proporciona ao organismo benefícios comprovados. Entretanto, faz-se necessária uma gama mais extensa de estudos relacionados ao tema.
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